Motivos para manter a confiança — Revista M&T
Terça-feira, 27 de outubro de 2026

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M&T nº 181Julho 2014 Matéria 1 de 16
Sumário
  1. EditorialMotivos para manter a confiança
  2. EscavadeirasAs mais desejadas
  3. GuindastesBola para frente
  4. TreinamentoUm caminho sem volta
  5. Seguros De EquipamentosSempre em boas mãos
  6. Pás CarregadeirasTerra de gigantes
  7. FabricanteAposta de internacionalização
  8. Mtps 2014Atendimento de alto nível
  9. Momento M&T Expo 2015Vem aí a maior feira de equipamentos da América Latina
  10. DiagnósticoPrecisão na antecipação de falhas
  11. GestãoMudança de paradigma
  12. A Era Das MáquinasOs pioneiros do ar comprimido
  13. ManutençãoAgentes contra o desgaste
  14. Entrevista"O mercado mais enxuto ‘purifica’ a concorrência"
  15. Compactos & FerramentasOpções para um acabamento perfeito
  16. Coluna YoshioEnfim, um legado da Copa
  17. Painel14 notas e colunas
Editorial

Motivos para manter a confiança

"São salutares as informações de que importantes instituições financeiras têm demonstrado grande interesse em participar no financiamento da infraestrutura do país"

Exclusivo M&T 24 de julho de 2014 · Edição 181

Quando esta edição chegar às mãos do leitor, a Copa do Mundo já será parte da história do país, e – a despeito do resultado final e das eleições presidenciais, que se aproximam rapidamente – é necessário voltar a atenção para as suscetibilidades do setor de equipamentos, que vem tendo um ano difícil devido à baixa expectativa de crescimento nas vendas.

De saída, é preciso considerar que mesmo com um recuo nas vendas de equipamentos neste ano (algo em torno de -3,3% na Linha Amarela), o país ainda exibe números que podem ser considerados interessantes, com a previsão – segundo estudos da Sobratema – de movimentar mais de 32 mil unidades da Linha Amarela no ano, o que evidentemente está bem acima do obtido há apenas quatro anos, quando o volume total não chegava a 30 mil unidades. Evidentemente, não podemos perder esse aspecto de vista.

Além disso, o recuo registrado na formação bruta de capital fixo – incluindo máquinas, equipamentos e infraestrutura –, que no primeiro trimestre ficou em 17,7% do PIB, contra 19,5% em 2011, deve ser contrastado com outros sinais emitidos pelo mercado financeiro. O principal, sem dúvida, são as intenções de investimento em diversas frentes e a prioridade dada à infraestrutura, algo que – felizmente – chegou para ficar no país. Nesse sentido, são extremamente salutares as informações de que importantes instituições financeiras têm demonstrado grande interesse em participar no financiamento da infraestrutura do país.

O Banco do Brasil é uma delas. Por meio do recém-anunciado FIDC BB Votorantim Highland Infraestrutura, o banco aposta em um fundo composto por debêntures de infraestrutura emitidas para financiar os projetos nas áreas de energia, transporte, água, saneamento básico e irrigação. Já organismos como a International Finance Corporation (IFC), unidade do Banco Mundial para o financiamento ao setor privado, tem planos de dobrar a carteira de investimentos (que atualmente é de US$ 1 bilhão) em projetos de infraestrutura no Brasil em um período de três anos.

Esses são apenas dois exemplos que mostram como o atual momento de inflexão tende a ser superado, à medida que os projetos caminhem e a infraestrutura deslanche no país, elevando os investimentos no setor a um patamar de 4% a 4,5% do PIB e, consequentemente, movimentando também a indústria de equipamentos, que nesta edição é retratada em reportagens sobre escavadeiras, guindastes, pás carregadeiras, pós-venda e outros temas. Boa leitura.

Claudio Schmidt

Presidente do Conselho Editorial

Uma publicação Sobratema

A Revista M&T é editada pela Sobratema, Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos.

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