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11 de junho de 2019
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CENÁRIO

Demanda por caminhões cresce e sustenta setor automotivo

Resultado na comparação com maio de 2018 é explicado em parte pela greve dos caminhoneiros, quando as montadoras interromperam a produção
Fonte: O Estado de S. Paulo

A produção deveículos, incluindo os segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, cresceu 29,9% em maio ante igual mês do ano passado, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Foram produzidas no mês 275,7 mil unidades (comerciais leves,caminhões,ônibus e automóveis). É o maior volume para o mês desde 2014, quando a produção chegou a 281,3 mil unidades.

Boa parte do crescimento é explicada pela greve dos caminhoneiros do ano passado, que ocorreu na segunda quinzena de maio. Na época, o bloqueio das estradas obrigou todas as montadoras a interromper suas produções por alguns dias.

Em relação à venda de máquinas agrícolase implementos rodoviários ao mercado brasileiro caiu 5,8% em maio ante igual mês do ano passado, com total de 3,1 mil unidades.

Ante abril houve recuo de 0,7%. No acumulado de janeiro a maio, o segmento vendeu 15,5 mil unidades, expansão de 3,7% em relação a igual período de 2018.

A produção, por sua vez, caiu 18,6% em maio ante igual mês do ano passado, para 5,4 mil unidades.

Na comparação com abril, o total produzido representa crescimento de 23,2%. No entanto, no acumulado do ano, foram 20,7 mil unidades fabricadas, baixa de 4,2% sobre o resultado de igual período do ano passado.

Para o mercado externo, as fabricantes venderam 1,2 mil unidades em maio, alta de 15% em relação a igual mês do ano passado.

Em comparação a abril, houve queda de 3,6%. No acumulado do ano, são 5,2 mil unidades vendidas ao exterior, crescimento de 0,8% em relação a igual intervalo do ano passado.

Em valores, as exportações de máquinas agrícolas e implementos rodoviários caíram 13,4% em maio ante igual mês do ano passado, para US$ 263,7 milhões.

A receita, se comparada a abril, representa recuo de 6,7%. No acumulado do ano, as fabricantes faturaram US$ 1,257 bilhão, recuo de 15,2% em relação a igual intervalo de 2018.