20 de dezembro de 2017 - 19h42

Setor da construção civil mira retomada do crescimento

Silvio Kozuchowicz presidente da construtora SKR, o ano de 2017 deve fechar com crescimento de 5% a 10% no volume de vendas e de lançamentos em São Paulo

Fonte: Assessoria de Imprensa

Indicador natural da situação econômica do país, o setor da construção civil vem acumulando resultados negativos desde 2014. Já a expectativa para 2017 é que se encerre o ano com retomada de crescimento, após um período de crise.

De acordo com as estimativas do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o ano de 2017 deve fechar com um crescimento de 5% a 10% no volume de vendas e de lançamentos no Estado de São Paulo, em relação a 2016, quando foram lançadas 17.620 unidades, e vendidas 16.170 (sem considerar os distratos).

As previsões do Boletim Focus, do Banco Central, sobre o crescimento do PIB para este ano, por exemplo, foram revisadas recentemente para 0,89%, contra 0,73% estimado anteriormente.

“E para 2018, as estimativas de expansão do Produto Interno Bruto também foram reajustadas, chegando a 2,60%. Se compararmos com os três últimos anos, quando o PIB teve forte queda, fechando 2016 com queda de 3,6%, o número passa a ser ainda mais significativo”, afirma Silvio Kozuchowicz (foto) presidente da construtora SKR sobre a retomada de crescimento do mercado de construção.

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Apesar dos desafios, Kozuchowicz acredita que o cenário vai melhorar ainda mais ao longo do próximo ano, principalmente devido à queda na taxa Selic, que chegou recentemente à mínima histórica de 7%, o que deve incentivar a retomada dos investimentos no mercado imobiliário.

Segundo Kozuchowicz, na SKR, 2017 foi um ano extremamente produtivo, com o lançamento de dois empreendimentos: Nomad (Moema) e Moou (Vila Madalena), com planejamento de mais três para 2018, sendo dois deles para o primeiro semestre, que já estão com os projetos praticamente concluídos.

“A empresa vinha lançando apenas um empreendimento por ano, há quatro anos. O que prova que nossa expectativa é bem alta”, diz.

Segundo o executivo, para atingir a meta de crescimento, é preciso continuar lançando imóveis que atendam às necessidades dos consumidores de hoje, mas com os olhos também para as novas tendências e a inovação.

“A chegada dos carros elétricos, a economia colaborativa e o uso de aplicativos para smartphones são alguns exemplos de novidades que precisam ser incorporadas também ao mercado imobiliário”, complementa.

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