06 de dezembro de 2017 - 08h52

O uso de tecnologias ampliará a competitividade brasileira no agronegócio

A utilização das tecnologias, principalmente as relacionadas à conectividade, como internet das coisas e armazenamento de dados, contribuirão para o desenvolvimento do agronegócio no país

Fonte: O Estado de S. Paulo

Atualmente, o Brasil, já figura como um dos principais exportadores de commodities agrícolas, e a demanda firme da China, o principal comprador, não deve arrefecer no curto prazo.

Para o país, aumentar sua participação de maneira competitiva, é preciso superar inúmeros obstáculos, como a falta de uma política adequada de seguro rural, alto custo de produção, e pouca vocação para a comunicação do setor.

As soluções para vários desses problemas surgem a todo instante – como o avanço da pesquisa e de tecnologias voltadas ao campo, desburocratização de processos e maior conscientização ambiental.

Um dos fatores essenciais que reforçarão e ampliarão a competitividade brasileira daqui para a frente – após o salto de produtividade nos últimos 20 anos – é o uso intensivo de tecnologias, principalmente as relacionadas à conectividade, como internet das coisas e armazenamento de dados.

“O grande problema é captar dados importantes e produzir tecnologia com resultado”, observa Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da Embrapa Monitoramento por Satélite.

No campo da política agrícola, o desafio é garantir renda e crédito suficiente para o produtor rural, além de governo e setor privado trabalharem juntos para ampliar mercados.

Nesse quesito, o ministro interino da Agricultura, Eumar Novacki, garante que o governo federal “tem dado todo o respaldo para as ações do setor”.

Ele cita, por exemplo, o programa Agro+, que tem como objetivo melhorar a competitividade agropecuária, por meio, por exemplo, da desburocratização.

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