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07 de julho de 2020
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RESULTADOS

Volvo atinge a marca de 100 mil caixas I-Shift produzidas no Brasil

Atualmente, 100% dos caminhões da linha F, dos modelos pesados da linha VM e dos ônibus rodoviários com motor traseiro da marca saem da linha de produção com a I-Shift
Fonte: Assessoria de Imprensa

A Volvo atingiu um marco histórico no país. A fábrica brasileira alcançou a produção de 100 mil unidades da I-Shift, a avançada caixa de câmbio que equipa caminhões e ônibus da marca.

“A transmissão automatizada da Volvo foi o maior avanço para economia de combustível, conforto e produtividade no setor de transportes comerciais desde sua introdução no Brasil”, declara Alan Holzmann, diretor de estratégia de produto da Volvo.

Atualmente, 100% dos caminhões da linha F, dos modelos pesados da linha VM e dos ônibus rodoviários com motor traseiro da marca saem da linha de produção com a I-Shift. “Foi uma ótima aceitação”, destaca Holzmann, ao lembrar que a caixa automatizada era uma tecnologia nunca vista antes no setor de transporte comercial nacional quando foi lançada em 2003, ainda em sua versão importada da Suécia, sede mundial da Volvo.

“Mesmo na Europa, era um projeto disruptivo, muito superior às caixas manuais ou às caixas automáticas tradicionais, com conversor de torque. A I-Shift da Volvo foi um grande divisor de águas, muito à frente da tecnologia de qualquer outro fabricante de transmissões”, assegura.

Reconhecimento
“A I-Shift é...


A Volvo atingiu um marco histórico no país. A fábrica brasileira alcançou a produção de 100 mil unidades da I-Shift, a avançada caixa de câmbio que equipa caminhões e ônibus da marca.

“A transmissão automatizada da Volvo foi o maior avanço para economia de combustível, conforto e produtividade no setor de transportes comerciais desde sua introdução no Brasil”, declara Alan Holzmann, diretor de estratégia de produto da Volvo.

Atualmente, 100% dos caminhões da linha F, dos modelos pesados da linha VM e dos ônibus rodoviários com motor traseiro da marca saem da linha de produção com a I-Shift. “Foi uma ótima aceitação”, destaca Holzmann, ao lembrar que a caixa automatizada era uma tecnologia nunca vista antes no setor de transporte comercial nacional quando foi lançada em 2003, ainda em sua versão importada da Suécia, sede mundial da Volvo.

“Mesmo na Europa, era um projeto disruptivo, muito superior às caixas manuais ou às caixas automáticas tradicionais, com conversor de torque. A I-Shift da Volvo foi um grande divisor de águas, muito à frente da tecnologia de qualquer outro fabricante de transmissões”, assegura.

Reconhecimento
“A I-Shift é um dos produtos mais admirados da marca em todo o mundo”, destaca Luiz Bohatch, diretor de produção de Powertrain na Volvo no Brasil, divisão responsável pela produção dessa caixa automatizada no complexo industrial da marca em Curitiba, no Paraná.

“Hoje, ela está presente em quase todos os veículos comercializados nos mercados internacionais da Volvo”, complementa o executivo.

Engenheiros, técnicos e montadores brasileiros e suecos trabalharam em cooperação no projeto para implementar a linha de produção de caixas I-Shift no Brasil em 2011, a primeira do gênero fora da Suécia.

“Além do desenvolvimento de competências técnicas de produto e processo, a experiência de trabalhar com colegas suecos e brasileiros em um projeto que, na época, já previa soluções alinhadas com a Indústria 4.0, foi marcante. Somos um único time, com uma única direção”, afirma Bohatch.

No projeto de nacionalização foram aplicados inúmeros conceitos e princípios do VPS, sigla interna que define o modelo de produção enxuta aplicado pela Volvo. O objetivo é garantir segurança, qualidade e produtividade através de avançadas tecnologias no processo de manufatura.

O projeto brasileiro da linha de montagem de caixas automatizadas teve tanto sucesso que o mesmo conceito e as mesmas soluções foram replicadas para outra fábrica do Grupo Volvo nos Estados Unidos, que viria a ser construída depois. “Com isso reduzimos o tempo e o custo de implementação do projeto pois a solução aqui desenvolvida foi literalmente replicada na fábrica de Hagerstown”, conclui Bohatch.