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12 de novembro de 2019
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TECNOLOGIA

Metso adota óculos inteligentes para suporte técnico no Brasil

Conhecidos como smart glass, dispositivos permitem que técnicos acessem auxílio remoto em tempo real no monitoramento e ações técnicas em campo
Fonte: Assessoria de Imprensa

A realidade aumentada, um dos destaques da indústria 4.0, acaba de ser adicionada aos recursos dos consultores técnicos da Metso no Brasil.

A multinacional finlandesa vai adotar os chamados óculos inteligentes, conhecidos internacionalmente como smart glass, para seus profissionais de campo.

Os dispositivos parecem óculos comuns, mas possuem câmeras especiais – inclusive com visão noturna – e conectividade sem fio.

Com eles, os técnicos podem acessar outros especialistas remotos, engenharia e informações técnicas, em tempo real, aumentando a eficiência dos serviços, reduzindo tempo de intervenção e os custos do processo. Comercialmente, a solução vai ser nomeada como Metso Remote Assistance.

“A tecnologia começará a ser utilizado até o começo de novembro pelos nossos especialistas e será uma revolução no atendimento técnico” argumenta Paulo Gurgel, gerente nacional de assistência técnica.

De acordo com ele, o recurso é disruptivo ao permitir que o consultor técnico tenha acesso ao suporte das equipes de engenharia da Metso, principalmente ao centro de inteligência da companhia e em tempo real.

Como os óculos são equipados com câmeras, é possível enviar imagens d...


A realidade aumentada, um dos destaques da indústria 4.0, acaba de ser adicionada aos recursos dos consultores técnicos da Metso no Brasil.

A multinacional finlandesa vai adotar os chamados óculos inteligentes, conhecidos internacionalmente como smart glass, para seus profissionais de campo.

Os dispositivos parecem óculos comuns, mas possuem câmeras especiais – inclusive com visão noturna – e conectividade sem fio.

Com eles, os técnicos podem acessar outros especialistas remotos, engenharia e informações técnicas, em tempo real, aumentando a eficiência dos serviços, reduzindo tempo de intervenção e os custos do processo. Comercialmente, a solução vai ser nomeada como Metso Remote Assistance.

“A tecnologia começará a ser utilizado até o começo de novembro pelos nossos especialistas e será uma revolução no atendimento técnico” argumenta Paulo Gurgel, gerente nacional de assistência técnica.

De acordo com ele, o recurso é disruptivo ao permitir que o consultor técnico tenha acesso ao suporte das equipes de engenharia da Metso, principalmente ao centro de inteligência da companhia e em tempo real.

Como os óculos são equipados com câmeras, é possível enviar imagens dos equipamentos em manutenção e receber orientações também com suporte de imagens.

Os smart glass, afirma, permitem o compartilhamento de conhecimento em toda linha de equipamentos, processos e automação, áreas onde a Metso tem o reconhecimento mundial.

“O suporte ao cliente passa a ser mais ágil, amplo e sem fronteiras”, resume Gurgel. Ele destaca que a ferramenta aproxima os especialistas a partir de uma conexão de dados segura e faz parte das tendências da indústria 4.0 ao lado de outros recursos que a Metso já adota, incluindo um aplicativo para acompanhamento de paradas programadas e não programadas já em uso no Brasil.

Além da maior agilidade no suporte técnico, o Metso Remote Assistance permite aumentar a eficiência no diagnóstico de falhas, otimizando custos dos reparos e os ganhos de produtividade, uma vez que o reparo torna-se mais rápido, preciso e realizado com segurança.

Isso pode ser conseguido, por exemplo, com uma espécie de ordem de serviço digital, pela qual o técnico recebe orientação específica do equipamento que está em manutenção por meio da conectividade em tempo real com o cento de inteligência da Metso, evitando erros e reduzindo o tempo de intervenção. Ele também pode consultar a disponibilidade de peças no inventário da empresa, ganhando agilidade.

Outra característica dos óculos inteligentes, explica, é conferir maior segurança aos técnicos. O Metso Remote Assistance pode ainda armazenar o layout das plantas, identificando áreas com equipamentos que oferecem mais riscos ou guiando os técnicos em áreas confinadas.