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03 de novembro de 2020
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Locação de caminhões em alta

Com previsão de ampliar receita em 30% este ano, Marbor fecha contrato com a InfraBrasil de 20 Mercedes-Benz Axor
Fonte: Redação AutoIndústria

Com 250 equipamentos próprios, a InfraBrasil, que presta serviços de transporte de cargas para mineradoras, decidiu realizar seu primeiro contrato de locação de caminhões.

A Marbor, que opera no ramo de terceirização de frotas corporativas, vai alugar 20 caminhões Mercedes-Benz Axor 4144 para a empresa atender uma demanda da mineradora Vale.

Christiano Kunzler, proprietário da InfraBrasil, diz que esse modelo de negócio deve crescer dentro da companhia, revelando já haver negociações para novos contratos do gênero. Essa tendência é confirmada pela própria Marbor, que projeta fechar este ano com uma taxa de crescimento de dois dígitos.

“Apesar da crise provocada pela pandemia da Covid-19 e da duração dela, nossos negócios vão evoluir em 2020, tanto em faturamento (de 30% a 35%), quanto em resultado, no Ebitda (de 45% a 50%)”, estima Helio Borenstein II, diretor financeiro do Grupo Marbor.

Ele destaca que os setores que mais demandaram projetos de terceirização de frotas durante a pandemia foram os de logística e agronegócios.

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Com 250 equipamentos próprios, a InfraBrasil, que presta serviços de transporte de cargas para mineradoras, decidiu realizar seu primeiro contrato de locação de caminhões.

A Marbor, que opera no ramo de terceirização de frotas corporativas, vai alugar 20 caminhões Mercedes-Benz Axor 4144 para a empresa atender uma demanda da mineradora Vale.

Christiano Kunzler, proprietário da InfraBrasil, diz que esse modelo de negócio deve crescer dentro da companhia, revelando já haver negociações para novos contratos do gênero. Essa tendência é confirmada pela própria Marbor, que projeta fechar este ano com uma taxa de crescimento de dois dígitos.

“Apesar da crise provocada pela pandemia da Covid-19 e da duração dela, nossos negócios vão evoluir em 2020, tanto em faturamento (de 30% a 35%), quanto em resultado, no Ebitda (de 45% a 50%)”, estima Helio Borenstein II, diretor financeiro do Grupo Marbor.

Ele destaca que os setores que mais demandaram projetos de terceirização de frotas durante a pandemia foram os de logística e agronegócios.