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13 de outubro de 2020
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Librelato vê oportunidade em gap da infraestrutura

Segundo CEO, fabricante já retomou a produção e chegou ao volume de 51 carretas/dia em setembro
Fonte: Assessoria de Imprensa

Durante o Seminário Cenários 2021, realizado no dia 8 de outubro com o objetivo de traçar cenários para a área de implementos rodoviários no próximo ano, o CEO da Librelato, José Carlos Sprícigo, citou as oportunidades que o Brasil tem de investir em infraestrutura.

“Para continuar o crescimento em infraestrutura, dizem os economistas, precisamos de 4,5% do PIB em investimento, mas nos últimos anos viemos investindo apenas 2,1 % do PIB”, ponderou. “Temos então um GAP de oportunidade de 2,4% do PIB em investimentos”, completou.

Nesse sentido, o executivo também abordou o impacto potencial no setor das reformas administrativa e tributária. “O que acontece se realizarmos 4,5% do PIB? De onde vem esse dinheiro?”, indagou-se. “Eu penso que deva vir da reforma administrativa e não da reforma tributária. Queremos a reforma tributária para simplificar os tributos e não para aumentar tributos”, completou.

Em sua apresentação, Sprícigo destacou ainda que a empresa almejava um crescimento de 5% neste ano em relação a 2019, projeção que depois foi refeita para um orçamento 30% abaixo.

Segundo ele, no entanto, a empresa já retomou o ritmo de produção, chegando a agosto com 38 carretas/dia, volume que em set...


Durante o Seminário Cenários 2021, realizado no dia 8 de outubro com o objetivo de traçar cenários para a área de implementos rodoviários no próximo ano, o CEO da Librelato, José Carlos Sprícigo, citou as oportunidades que o Brasil tem de investir em infraestrutura.

“Para continuar o crescimento em infraestrutura, dizem os economistas, precisamos de 4,5% do PIB em investimento, mas nos últimos anos viemos investindo apenas 2,1 % do PIB”, ponderou. “Temos então um GAP de oportunidade de 2,4% do PIB em investimentos”, completou.

Nesse sentido, o executivo também abordou o impacto potencial no setor das reformas administrativa e tributária. “O que acontece se realizarmos 4,5% do PIB? De onde vem esse dinheiro?”, indagou-se. “Eu penso que deva vir da reforma administrativa e não da reforma tributária. Queremos a reforma tributária para simplificar os tributos e não para aumentar tributos”, completou.

Em sua apresentação, Sprícigo destacou ainda que a empresa almejava um crescimento de 5% neste ano em relação a 2019, projeção que depois foi refeita para um orçamento 30% abaixo.

Segundo ele, no entanto, a empresa já retomou o ritmo de produção, chegando a agosto com 38 carretas/dia, volume que em setembro passou a 45 carretas/dia e, em outubro, já ultrapassou 51 unidades/dia.

“Para a nossa surpresa, evoluímos desde então e voltamos a ter cenários mais otimistas”, afirmou. “Isso graças ao trabalho de todos, que se desafiaram, foram para o mercado e, mesmo de forma digital, conseguiram trazer pedidos que por ora pareciam impossíveis”, concluiu.