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08 de abril de 2019
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Itubombas auxilia empresas de saneamento e mineração em situações emergenciais

Capazes de esgotar de 300 e 2 mil m3 de água por hora, soluções de bombeamento da companhia estão aptas a atender ambos os setores, que sofrem com os períodos de chuva
Fonte: Assessoria de Imprensa

Não raramente, as fortes ondas de calor geram nuvens carregadas, que provocam temporais.

Foi o que aconteceu, por exemplo, na Grande São Paulo, em janeiro, quando uma tempestade que caiu sobre a Zona Leste fez com que o rio Aricanduva transbordasse e outros córregos atingissem a cota de emergência.

O resultado foi Inundações em diferentes pontos do Estado. Além disso, quem também sofre com isso são as mineradoras, uma vez que as fortes chuvas podem resultar no alagamento do fundo de cavas, o que impede o avanço da lava e, consequentemente, leva à parada da produção.

Pensando nesses dois públicos, a Itubombas, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de engenharia, locação e instalação de conjuntos de motobombas, passou a oferecer um portfólio de soluções voltado à prevenção de enchentes.

O leque de equipamentos da empresa inclui diferentes modelos, que possuem capacidades para esgotar de 300 e 2 mil m³/h e podem estar nas configurações a diesel ou elétrica, de acordo com a necessidade de cada cliente.

Segundo a empresa, com isso, a Itubombas consegue auxiliar no plano de contingência de empresas, tanto de saneamento quanto de mineração, em situações emergenciais.

“Um bom exemplo de solução voltada para este tipo de operação na mineração é a motobomba ITU-86C17. O equipamento é um dos mais solicitados para operar na retirada de água armazenada no fundo cava da mina, em decorrência de fortes chuvas que atingiram o local”, afirma a fabricante.

Com uma altura de bombeamento de 120 metros e capacidade para bombear até 600 m3/h, a motobomba opera com regime de trabalho até 24hs.

Já em regiões urbanas, o destaque fica por conta do modelo ITU-66S11, que foi utilizado em operações emergenciais na Vila Itaim, em São Paulo.

Também apresentando vazão de até 600 m³/h e passagem de sólidos de até 75 mm, o equipamento conta com um sistema de escorva automático a vácuo, que permite iniciar o bombeamento a seco com sucção de até sete metros de altura, e já foi utilizado no local quando fortes chuvas que atingiram a capital paulista causaram alagamentos em pelo menos cinco bairros da Zona Leste.