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03 de junho de 2019
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INOVAÇÃO

CNH Industrial discute o futuro da indústria da mobilidade

Representantes da empresa participaram dos painéis sobre veículos pesados, máquinas agrícolas e powertrain no ABX 2019
Fonte: Assessoria de Imprensa

Os executivos da CNH Industrial, dona das marcas Case, New Holland e Iveco, participaram de três painéis para debater o futuro da indústria da mobilidade e as transformações tecnológicas que envolvem o segmento automotivo, durante o Automotive Business Experience (ABX) 2019.

Realizado em São Paulo, SP, na semana passada, o evento, com foco em conteúdo e experiência B2B no setor automotivo, teve como tema “Em Meio à Disrupção, Nós te Mostramos Novos Caminhos”.

O diretor de compras da CNH Industrial para a América do Sul, Carlo Martorano, participou do painel “Do que é feito um veículo pesado: as compras das montadoras e sistemistas”.

Os participantes debateram sobre os itens importados e exportados na composição de veículos pesados.

De acordo com Martorano, 40% de materiais que são utilizados nos veículos do segmento da CNH Industrial são exportados.

O diretor da CNH Industrial salientou ainda a vantagem competitiva que o México tem sobre o Brasil na indústria de automóveis. Temas como Rota 2030, Euro 6 e Indústria 4.0 também foram abordados pelos palestrantes.

Thiago Wrubleski, diretor de portfólio de produtos e commercial services da CNH Industrial para América do Sul marcou presença no painel "O Horizonte para o Mercado de Máquinas Agrícolas”.

Ele iniciou o painel destacando o ConectarAgro, iniciativa apoiada pela CNH Industrial e demais empresas do setor agrícola e de telecomunicações, como a The Climate Corporation, Nokia, Solinftec, TIM e a Trimble.

“O ConectarAgro promove tecnologias abertas e padronizadas, permitindo mais liberdade e flexibilidade ao agricultor, o usuário dessas tecnologias. Esse conceito é o diferencial em relação outras soluções tecnológicas disponíveis no mercado, que atualmente são fechadas, limitadas e trazem maior insegurança ao agricultor que as utiliza, dificultando sua adoção em larga escala”, afirma Wrubleski.

O ConectarAgro promoverá não apenas a conexão de máquinas, mas também a de pessoas, permitindo por meio desta flexibilidade um maior aproveitamento da solução.