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24 de abril de 2018
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Empresas

Automação, conectividade e eletromobilidade são o presente e o futuro dos transportes

A Volvo investe em tecnologias que têm como objetivo garantir a segurança do operador, eficiência e produtividade
Fonte: Assessoria de Imprensa

Volvo promove encontro com especialistas em inovação para debater as tendências que já determinam as tecnologias do presente e do futuro em caminhões e equipamentos de construção.

“Os efeitos climáticos, o crescimento da população mundial e a demanda por mais segurança são fatores determinantes para todo o desenvolvimento tecnológico da indústria automotiva, especialmente em veículos comerciais”, afirma Lars Terling, vice-presidente global da Volvo Trucks, um dos painelistas do Seminário “Tendências Futuras e Inovação”, promovido em Itajaí, SC, durante a parada no Brasil da Volvo Ocean Race, regata de volta ao mundo patrocinada pela marca.

Além do executivo sueco, participam do debate também Alan Holzmann, diretor de planejamento estratégico de caminhões da Volvo Trucks na América Latina e Massami Murakami, diretor de engenharia e suporte a vendas da Volvo CE Latin América.

Autônomos

Veículos autônomos vêm sendo desenvolvidos em todos os segmentos da indústria automotiva, como protótipos ou até em pequena escala comercial, no caso de automóveis.

Lars Terling entende que no segmento de caminhões o cenário é outro.

“Acreditamos que veículos autônomos serão gradativamente introduzidos em aplicações muito específicas, em áreas confinadas, sem trânsito regular. São operações de transporte muito repetitivas, em que a produtividade dos motoristas é constantemente desafiada por uma rotina extenuante. Nesses casos, caminhões autônomos ajudam muito a manter a condução uniforme por muito mais tempo, com menos cansaço, aumentando inclusive a segurança”, assegura o especialista.

A Volvo já colocou veículos atuando em operações reais desse tipo, como numa mineração subterrânea em Boliden (Suécia) e na colheita de cana-de-açúcar em Maringá (Brasil).

“Importante destacar que os autônomos que já temos não abrem mão do importante papel do motorista. Ao contrário: eles continuam sempre atrás do volante e têm sua atuação facilitada pela tecnologia, que garante mais precisão e produtividade”, pontua o executivo.

Conectividade com resultado

Em relação à conectividade, também já há inúmeros sistemas que permitem fazer a gestão remota de frotas.

Desde o rastreamento via satélite para segurança da carga dos caminhões, até sofisticados sistemas capazes de interagir remotamente com os veículos, atuando sobre sua aceleração, são muitos os exemplos.

Produção editorial: Revista M&T – Desenvolvido e atualizado por Diagrama Marketing Editoral