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14 de janeiro de 2019
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M&T Expo 2018

Setor em perspectiva

Em mais de 120 horas de conferências, palestras e debates, feira apresentou um painel de análises dos temas que mais impactam as atividades ligadas à infraestrutura no país

Como é praxe na M&T Expo desde o seu início, a 10ª edição da feira mais uma vez trouxe um programa repleto de palestras, fóruns, debates e demonstrações técnicas que levaram ao público informações atualizadas e de alto nível sobre as mais diversas facetas da indústria de bens de capital, além de análises sobre questões legais, políticas públicas, tendências tecnológicas e outros temas que impactam diretamente o setor da construção e da mineração.

Nesta edição recém-finalizada, a M&T Expo 2018 mais uma vez surpreendeu o público positivamente, cumprindo seu tradicional (e crucial) papel na democratização do conhecimento e no estímulo ao aperfeiçoamento profissional do setor. Em mais uma iniciativa inédita, o evento desta vez contou com três Arenas – de Conteúdo, de Demonstração e de Smart Construction –, que se juntaram ao Summit M&T Expo 2018, um espaço já consagrado de apresentações e debates idealizado pela Sobratema e que permite a troca de informações técnicas e mercadológicas, além de oferecer uma oportunidade de networking sem paralelos nas demais feiras do setor na América Latina. Confira alguns destaques a seguir (a cobertura segue na edição de fevereiro).

LOCAÇÃO

Realizado como parte da programação do Summit, o 6º Congresso Nacional de Valorização do Rental reuniu mais de 220 pessoas de vários estados, batendo o recorde de público dos anos anteriores. O Congresso foi aberto pelo presidente da Sobratema, Afonso Mamede, que lembrou a mudança de expectativas ocorrida desde meados de 2018. “Já vemos a aceleração das vendas de máquinas e equipamentos para o nosso segmento”, relatou. E, como não poderia ser diferente, o foco do debate que se seguiu apontou para horizontes mais promissores na atividade de locação. “Embora o setor de locação represente 0,06% do PIB nacional – percentual baixo quando comparado à média mundial de 0,20% – caminhamos para um crescimento cada vez mais acentuado, como ocorre em mercados mais maduros”, conjecturou Reynaldo Fraiha, presidente da Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Máquinas, Equipamentos e Ferramentas (Analoc), entidade realizadora do evento.

Ele aposta que a locação tende a se tornar um hábito, seja para pessoas físicas, como para empresas, já que adquirir a máquina, ferramenta ou objeto já não é uma solução tão atraente. “O momento é de disseminar informação”, disse. “E a Analoc está desenvolvendo trabalhos importantes junto às associadas, criando linhas mestras, realizando ações e propondo ideias.”