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29 de dezembro de 2014
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Torres de Iluminação

Luz nos canteiros

Essenciais para trabalhos noturnos ou em obras com luminosidade escassa, torres de iluminação viabilizam operações que não podem parar

Muitas vezes, quando o prazo de entrega das obras aperta, o trabalho noturno torna-se indispensável nos canteiros. O mesmo ocorre no lusco-fusco das minas, em condições absolutamente indiferentes aos raios do sol. E é nesse ponto que entra em cena um recurso pouco visível para muitos observadores, mas que permite que todos vejam com maior clareza. Evidentemente, estamos falando das torres de iluminação, que – além de eventos e outras aplicações pontuais – são maciçamente utilizadas na construção civil, mineração e em obras de infraestrutura como construção de estradas, aeroportos, portos, ferrovias e obras de arte.

De fato, não são só as operações noturnas que demandam estes equipamentos de apoio, como também locais que – mesmo de dia – contam com pouca iluminação, a exemplo do que ocorre na mineração e na construção de túneis, por exemplo.

Disponíveis em modelos com alcances variados, a depender da necessidade de aplicação, normalmente os equipamentos podem atingir alturas de até 9 metros e iluminar áreas de até 30 mil m², além de suportar variações drásticas de temperaturas e impactos de rajadas de ventos a mais de 100 km/h, como explica Manuel Sánchez Bada, gerente de engenharia da Himoinsa. “Em relação à autonomia, as torres também podem trabalhar mais de sete noites, sem precisar de reabastecimento”, diz ele, evidenciando as características dessas soluções. “Além disso, no verão as torres de iluminação trabalham durante toda a noite e, no inverno, geram luz 24 horas por dia, sendo que a luz natural é muito incipiente nesta época, aumentando a necessidade de luz artificial.”

Um dos modelos de destaque do portfólio da Himoinsa é a torre de iluminação a Apolo Start 4006 (ou AS4006), que, como informa Bada, tem nove metros de altura e está preparada para resistir a temperaturas que variam de -20°C a 45°C, além de possuir autonomia de trabalho de até 70 horas ininterruptas. Ou seja, não é por falta de luz que a obra vai parar.

DIFERENCIAIS

Outro diferencial deste tipo de equipamento é a praticidade do transporte, um fator evidentemente muito valorizado por responsáveis de projetos construtivos, assim como no setor de mineração, no qual as equipes precisam se deslocar de um lugar a outro nas jazidas, em função das diversas fases de extração.


Muitas vezes, quando o prazo de entrega das obras aperta, o trabalho noturno torna-se indispensável nos canteiros. O mesmo ocorre no lusco-fusco das minas, em condições absolutamente indiferentes aos raios do sol. E é nesse ponto que entra em cena um recurso pouco visível para muitos observadores, mas que permite que todos vejam com maior clareza. Evidentemente, estamos falando das torres de iluminação, que – além de eventos e outras aplicações pontuais – são maciçamente utilizadas na construção civil, mineração e em obras de infraestrutura como construção de estradas, aeroportos, portos, ferrovias e obras de arte.

De fato, não são só as operações noturnas que demandam estes equipamentos de apoio, como também locais que – mesmo de dia – contam com pouca iluminação, a exemplo do que ocorre na mineração e na construção de túneis, por exemplo.

Disponíveis em modelos com alcances variados, a depender da necessidade de aplicação, normalmente os equipamentos podem atingir alturas de até 9 metros e iluminar áreas de até 30 mil m², além de suportar variações drásticas de temperaturas e impactos de rajadas de ventos a mais de 100 km/h, como explica Manuel Sánchez Bada, gerente de engenharia da Himoinsa. “Em relação à autonomia, as torres também podem trabalhar mais de sete noites, sem precisar de reabastecimento”, diz ele, evidenciando as características dessas soluções. “Além disso, no verão as torres de iluminação trabalham durante toda a noite e, no inverno, geram luz 24 horas por dia, sendo que a luz natural é muito incipiente nesta época, aumentando a necessidade de luz artificial.”

Um dos modelos de destaque do portfólio da Himoinsa é a torre de iluminação a Apolo Start 4006 (ou AS4006), que, como informa Bada, tem nove metros de altura e está preparada para resistir a temperaturas que variam de -20°C a 45°C, além de possuir autonomia de trabalho de até 70 horas ininterruptas. Ou seja, não é por falta de luz que a obra vai parar.

DIFERENCIAIS

Outro diferencial deste tipo de equipamento é a praticidade do transporte, um fator evidentemente muito valorizado por responsáveis de projetos construtivos, assim como no setor de mineração, no qual as equipes precisam se deslocar de um lugar a outro nas jazidas, em função das diversas fases de extração.

Nesse sentido, segundo Fred Shen, gerente regional de vendas da Himoinsa, o mastro da AS4006 é exemplar, pois pode ser dobrado manualmente no sentido horizontal, garantindo um transporte facilitado que reduz o tempo de trabalho e, consequentemente, contribui para o aumento da produtividade.

Mas o portfólio da empresa também conta com um modelo de equipamento desenhado especificamente para o mercado brasileiro. Conforme explica Eder Rodrigues, diretor comercial da Himoinsa do Brasil, “o modelo LTA6 foi projetado especialmente para atender aos requisitos técnicos do público brasileiro, incluindo um chassi com contenção de 110% dos líquidos, que contribui para maior proteção ao meio ambiente”.

A propósito, o modelo LTA6 recentemente ganhou produção nacional, com a inauguração de uma fábrica da empresa em Contagem (MG), a primeira da marca na América do Sul e que também produz grupos geradores de 23 a 750 kVA. “Com o crescimento do interesse pelo setor de locação, vimos uma grande oportunidade para iniciarmos a produção local“, afirma Rodrigues.

SUSTENTABILIDADE

Nesse segmento, as companhias que mais se destacam no mercado oferecem produtos resistentes às condições climáticas mais adversas, com baixo nível de ruído e que, de quebra, possuem maior flexibilidade de rotação, o que permite sua utilização em diversas situações.

Seguindo tais especificações, a torre de iluminação sobre reboque LTN6L da Wacker Neuson é outro exemplo adequado. Ajustável, o equipamento gira até 360º e emite níveis de 67 dB(A) a 7 m de altura, conforme explica Marcelo Mariotto, gerente de vendas da Wacker Neuson Máquinas. “Além disso, as torres de iluminação montadas sobre reboque também apresentam um modelo de carroceria compacta e estreita, visando à melhoria do custo-benefício com transporte e armazenagem”, diz ele.

Em relação ao baixo ruído, aliás, a torre de iluminação QLT M20 também merece menção. Fabricada no Brasil pela Atlas Copco, o equipamento tem baixíssimo nível de ruído – de apenas 59db(A) –, permitindo operações noturnas em áreas residenciais, por exemplo.

“Outra característica que permite uma operação mais tranquila é o chassi 100% vedado e atestado, garantindo operação sem necessidade da utilização de bandejas de contenção, além de eliminar os riscos de contaminação do solo”, garante Rodrigo Vidal, gerente de produto da divisão de energia portátil da empresa sueca.

Destaque-se que este fator é cada vez mais valorizado no mercado, pois as questões ambientais têm influência crescente na escolha de equipamentos para a utilização em obras da construção civil, infraestrutura de transportes e até mesmo aplicações como perfuração de poços.

MOBILIDADE

Já a empresa Weber MT tem em seu portfólio torres de iluminação de mastro vertical, com oito metros de altura e suportes niveladores que garantem a fixação da torre no solo. Segundo o departamento comercial da empresa, o mastro vertical elimina o risco da queda, aumentando assim a segurança dos operadores. “A torre realiza um único movimento para erguer e abaixar, além de já vir equipada com gerador de 9 kVA”, acrescenta a empresa.

Outro modelo presente no portfólio nacional da marca, a W-Linktower é uma torre de iluminação móvel, indicada para manutenção de rodovias, locações e eventos. De acordo com Carlos Hexsel, gerente nacional de vendas da empresa, a torre de iluminação sem gerador deve ser conectada a uma saída externa de energia ou ligada a um gerador. “A W-Linktower é capaz de iluminar 2.000 m²”, afirma o especialista. “E, por ter uma estrutura mais compacta, um único caminhão truck pode transportar até 32 torres W-Linktower.”

Equipamentos atuam em sinergia com geradores

Como explica o diretor comercial da Himoinsa, Eder Rodrigues, uma série de fatores influencia na performance das torres de iluminação, como altitude, variação de temperatura, clima, autonomia necessária, área a ser atendida e outros. Além disso, a utilização dessas ferramentas requer a presença de geradores, para os casos de queda de energia ou utilização em locais com difícil acesso à energia elétrica.

Afinal, em trabalhos que necessitam de torres de iluminação, é necessário garantir que os equipamentos funcionem sempre a pleno vapor, especialmente se estiverem servindo de suporte a trabalhos noturnos, com funcionamento ininterrupto. Por isso, caso aconteça uma eventual queda de energia no local onde estão instaladas, é indicado o aluguel de um gerador de energia para abastecê-las.

Ainda de acordo com Rodrigues, a manutenção da torre de iluminação também é muito semelhante a um grupo gerador. “Como a torre é equipada com motor a diesel, deve-se seguir as instruções do fabricante, com manutenções preventivas, que incluem a troca de óleo e filtros dentro de um determinado período ou número de horas de funcionamento”, diz ele.

Torre enfrenta temperaturas extremas na Mongólia

Fabricada pela Himoinsa, a torre de iluminação Apolo Start 4006 demonstra grande capacidade de enfrentar situações adversas. Um dos cases mais recentes que ilustram isso ocorre em Tavan Tolgoi, uma jazida de carvão ao sul da Mongólia, considerada uma das maiores minas de carvão do mundo e onde ocorrem mudanças súbitas de temperatura, que vão de -40°C no inverno a mais de 35°C no verão.

Segundo as mais recentes explorações, a Tavan Tolgoi possui 6,4 bilhões de toneladas de carbono de alta qualidade. E, atualmente, cinco torres de iluminação AS4006 e um grupo gerador silencioso modelo HFW250 T5 operam nos seis setores de extração da desafiadora jazida asiática.