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06 de março de 2020
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Empresa

Duas décadas de inovação

Nos últimos 20 anos, a fabricante norte-americana JLG consolidou-se como uma das principais fornecedoras de tecnologias para o mercado nacional de equipamentos

Celebrando 20 anos de presença no Brasil, a JLG reuniu o setor no final ano para reforçar seu compromisso com o mercado brasileiro de plataformas de trabalho aéreo e de manipuladores telescópicos.

Como tantos outros fabricantes, a multinacional ao longo desse tempo também enfrentou períodos de turbulência, mas não deixou de apostar no país, que segue como o principal mercado na região latino-americano para seus equipamentos de elevação de pessoas e cargas. “O mercado é cíclico, de modo que enfrentamos momentos positivos e adversos em diferentes localidades, tornando-nos assim mais fortes e experientes”, diz Mike Brown, vice-presidente de vendas e desenvolvimento de mercado da JLG Industries para a América Latina.

Segundo o executivo, o mercado brasileiro já iniciou uma retomada no segmento, ainda que lentamente, sendo que a expectativa de crescimento em 2020 é de 50% em relação ao ano passado. “Ao longo desse longo período de crise nos preparamos para crescer como organização, investindo em novos produtos, tecnologia e equipamentos”, comenta o executivo. “Isso monstra o compromisso da JLG com o mercado brasileiro.”

Desse esforço também resulta um portfólio renovado, afirma Brown, destacando a introdução no país de produtos e tecnologias como equipamentos elétricos e plataformas de menor alcance, demonstrando o foco de negócios no momento atual. “A empresa está focada na indústria, setor em que os negócios estão acontecendo”, avalia o vice-presidente. “Claro que acreditamos na construção, mas a recuperação ainda será mais lenta neste setor.”

ATUALIZAÇÃO

Mas o portfólio também vem se renovando por questões técnicas. Com as alterações advindas da evolução das normas do ANSI (American National Standards Institute), alguns equipamentos da JLG já se adaptaram às novas exigências legais, que visam elevar a segurança do operador e obter um desempenho ainda maior dos equipamentos. “Com


Celebrando 20 anos de presença no Brasil, a JLG reuniu o setor no final ano para reforçar seu compromisso com o mercado brasileiro de plataformas de trabalho aéreo e de manipuladores telescópicos.

Como tantos outros fabricantes, a multinacional ao longo desse tempo também enfrentou períodos de turbulência, mas não deixou de apostar no país, que segue como o principal mercado na região latino-americano para seus equipamentos de elevação de pessoas e cargas. “O mercado é cíclico, de modo que enfrentamos momentos positivos e adversos em diferentes localidades, tornando-nos assim mais fortes e experientes”, diz Mike Brown, vice-presidente de vendas e desenvolvimento de mercado da JLG Industries para a América Latina.

Segundo o executivo, o mercado brasileiro já iniciou uma retomada no segmento, ainda que lentamente, sendo que a expectativa de crescimento em 2020 é de 50% em relação ao ano passado. “Ao longo desse longo período de crise nos preparamos para crescer como organização, investindo em novos produtos, tecnologia e equipamentos”, comenta o executivo. “Isso monstra o compromisso da JLG com o mercado brasileiro.”

Desse esforço também resulta um portfólio renovado, afirma Brown, destacando a introdução no país de produtos e tecnologias como equipamentos elétricos e plataformas de menor alcance, demonstrando o foco de negócios no momento atual. “A empresa está focada na indústria, setor em que os negócios estão acontecendo”, avalia o vice-presidente. “Claro que acreditamos na construção, mas a recuperação ainda será mais lenta neste setor.”

ATUALIZAÇÃO

Mas o portfólio também vem se renovando por questões técnicas. Com as alterações advindas da evolução das normas do ANSI (American National Standards Institute), alguns equipamentos da JLG já se adaptaram às novas exigências legais, que visam elevar a segurança do operador e obter um desempenho ainda maior dos equipamentos. “Com as novas normas, teremos algumas evoluções que os equipamentos precisam contar, como sensores de carga, painel de controle de solo, portões automáticos, sistema de monitoramento ou preenchimento de pneus, contrapeso para permitir o uso ao ar livre e teste de estabilidade, dentre outras”, repassa Ricardo Bertoni, gerente de vendas da JLG no Brasil.

Brown: mais fortes e experientes

Dentre os novos produtos, os modelos de tesouras elétricas da Série R (2632R e 3246R) já são compatíveis às novas resoluções. A 2632R, por exemplo, conta com capacidade externa de 6,09 m, permitindo que os operadores passem por uma única porta e trabalhem em ambientes fechados a uma altura de 7,92 m. Já a 3246R, como afirma Bertoni, é indicada para aplicações que exigem uma máquina mais leve com altura de plataforma de 9,75 m. “As tesouras elétricas da Série R apresentam inovações como a tecnologia de inclinação variável (variable tilt), que permite aos operadores elevar o maquinário a alturas limitadas para trabalhar em declives leves, com a compensação do equipamento, maximizando assim o ambiente de trabalho”, ele complementa.

NOVIDADE

Outra novidade que a empresa está trazendo para o Brasil são os equipamentos da linha EcoLift, que chegam para substituir o uso de escadas de até 4 metros de altura nas áreas de indústria, mecânica, instalações e pintura, dentre outras. “Cerca de 20% dos acidentes que acontecem em um escritório, por exemplo, envolvem uma escada”, posiciona Enzo Rossi, gerente regional de vendas da JLG. “E quando falamos em indústria, esse percentual aumenta para 81%.”

De acordo com Rossi, os produtos EcoLift50 e EcoLift70 proporcionam maior segurança e produtividade, especialmente por ser uma máquina versátil. As plataformas apresentam amplitude de movimentação de 360o, além de serem fechadas, o que aumenta a segurança, oferecendo uma medida preventiva para manter os operadores no equipamento. “As plataformas são livres de energia e não têm motor, baterias ou sistema hidráulico, tornando assim uma solução ecológica e ininterrupta para ambientes sensíveis”, ele afirma.

Além disso, as máquinas contam com rodas com travamento automático que não deixam marcas e indicador de nível, permitindo ao usuário verificar de forma segura as condições de trabalho em declives. “Esse projeto de equipamentos de acesso de baixo nível é um novo conceito para empreendedores e distribuidores, focados para trabalhar em alturas mais baixas”, complementa o especialista.

Sistemas aumentam a segurança das operações

O app Mobile Control está entre as novidades que a JLG trouxe recentemente ao Brasil

Além dos novos maquinários, a JLG comemora 20 anos no país com a introdução de seu sistema Skysense de anticolisão, que usa sensores de detecção de objetos. “Aplicado em plataformas de lança e tesoura, o sistema cria alertas visuais e também de áudio, informando aos operadores quando a plataforma está perto de um objeto”, comenta Ricardo Bertoni, gerente de vendas da JLG no Brasil. “Ao se aproximar de um obstáculo, o equipamento diminui a velocidade e, depois, para automaticamente.”

Outro destaque recente da marca é o aplicativo Mobile Control, um dispositivo disponível para as tesouras da Série R – mas que também pode ser instalado em outras máquinas – que permite o controle remoto do equipamento em posição recolhida. “Esse dispositivo contribui para melhorar as condições de segurança e reduzir possíveis danos ao ambiente de trabalho”, arremata Bertoni.

Saiba mais:
JLG: www.jlg.com

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