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10 de setembro de 2018
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Lançamento

Demanda por aplicação

Ao apresentar sua nova geração de caminhões, que traz nova cabina e motorização, a Scania aposta na customização dos veículos para atender à necessidade dos clientes

Nos tempos atuais, um dos principais desafios de qualquer fabricante é acompanhar o avanço constante da tecnologia, inserindo-a em sua respectiva área de atuação para que seja mais eficiente e sustentável, sempre de acordo com as necessidades individuais de seus clientes. Buscando seguir tal conceito, a Scania traz para a América Latina sua Nova Geração de caminhões, projetada para atender às necessidades específicas dos clientes, ou seja, a demanda por aplicação.

Nova Geração traz cabinas totalmente reformuladas com a introdução da versão S

Lançada em 2016 na Europa, após cerca de dez anos de testes, a nova gama de produtos é fruto de um programa de investimento de € 2 bilhões da marca em âmbito global. “No Brasil, já investimos R$ 1,5 bilhão deste montante para receber a novidade”, explica Christopher Podgorski, CEO da Scania Latin America. “Contudo, entre 2016 e 2020, mais de R$ 2,6 bilhões serão destinados à preparação da fábrica de São Bernardo do Campo (SP), que utiliza toda a tecnologia mais recente e o mais alto grau de automação, incluindo uma nova fábrica de solda de cabinas – que apresenta o estado da arte em Indústria 4.0 – e 75 robôs operando, além de novas linhas de produção para montagem do novo produto.”

Diferentemente da Europa, onde o lançamento foi gradual, toda a gama será lançada ao mesmo tempo no país, assim como na América Latina.


NOVIDADES

Dentre as principais mudanças, a Nova Geração traz cabinas totalmente reformuladas com a introdução da versão S (com 2,7 m de altura), que tem como principal característica a disponibilização de piso plano, que – segundo a fabricante – melhora consideravelmente o deslocamento interno do motorista.

Segundo o gerente de pré-venda da Scania no Brasil, Celso Mendonça, a decisão de introduzir uma nova cabina criou um desafio considerável para os projetistas, tendo em vista a necessidade de se manter a tradicional identidade visual da marca. Desenhada em cooperação com a Porsche Engineering (empresa que pertence ao mesmo grupo da Scania), a cabina é totalmente nova, sendo que nenhuma peça das séries P, G e R foi reaproveitada.

Conforme detalha o executivo, a aerodinâmica da cabina mereceu uma atenção especial, sendo que todos os fechamentos e desníveis – que antes impactavam negativamente no projeto – foram refeitos e eliminados, o que implicou testes exaustivos no maior túnel de vento da Europa. “Só o fato de utilizarmos uma cabina com essa nova aerodinâmica nos proporcionou um ganho de economia de combustível de até 2%”, conta.