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11 de agosto de 2020
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Empresa

Antecipando tendências

Reaprendendo a trabalhar com restrições, a Sotreq se adapta à nova realidade trazida pela pandemia com estratégias e projetos que serão mantidos no período pós-crise

No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade, já dizia o físico Albert Einstein. Tal sentença pode ser tomada como verdadeira em diversos setores produtivos durante o atual período de pandemia, em que as empresas precisam se reinventar e colocar em prática ideias e projetos que já vinham sendo planejados, mas foram antecipados pela crise.

É o que acontece com a Sotreq. Para o diretor executivo de negócios Renato Pimentel, a empresa soube aproveitar a oportunidade trazida pelo momento desafiador para aderir e antecipar algumas tendências. “Assim como outras empresas, a Sotreq precisou reaprender a trabalhar dentro das restrições que foram impostas”, afirma Pimentel. “Mas estamos contentes com os resultados, pois conseguimos preservar integralmente as nossas operações.”

Segundo o executivo, talvez pela característica dos negócios da empresa – principal dealer da Caterpillar no país e que atua no atendimento a diversas atividades, como geração de energia, construção de barragens, saneamento, mineração, usinas de açúcar e álcool – foi possível dar continuidade às atividades, adaptando-se rapidamente à nova realidade.

Todavia, para se manter na ativa foi preciso conciliar a preservação da saúde dos funcionários com a continuidade da prestação dos serviços, evitando que fossem ambos impactados. Para tanto, a empresa inicialmente tomou atitudes para preservar os trabalhadores, colocando em torno de 50% dos cinco mil funcionários em home office, com objetivo de reduzir ao máximo a circulação nas filiais. “Além do aspecto físico, as operações de almoxarifado de peças, de oficinais e do centro de manufaturas de componentes, áreas que são a essência da nossa entrega, não podiam ser paralisadas”, diz o executivo. “Não podíamos correr o risco de fechar uma filial por contaminação de funcionário e, por consequência, interromper o atendimento e o fornecimento de peças.”

CANAL DIGITAL


No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade, já dizia o físico Albert Einstein. Tal sentença pode ser tomada como verdadeira em diversos setores produtivos durante o atual período de pandemia, em que as empresas precisam se reinventar e colocar em prática ideias e projetos que já vinham sendo planejados, mas foram antecipados pela crise.

É o que acontece com a Sotreq. Para o diretor executivo de negócios Renato Pimentel, a empresa soube aproveitar a oportunidade trazida pelo momento desafiador para aderir e antecipar algumas tendências. “Assim como outras empresas, a Sotreq precisou reaprender a trabalhar dentro das restrições que foram impostas”, afirma Pimentel. “Mas estamos contentes com os resultados, pois conseguimos preservar integralmente as nossas operações.”

Segundo o executivo, talvez pela característica dos negócios da empresa – principal dealer da Caterpillar no país e que atua no atendimento a diversas atividades, como geração de energia, construção de barragens, saneamento, mineração, usinas de açúcar e álcool – foi possível dar continuidade às atividades, adaptando-se rapidamente à nova realidade.

Todavia, para se manter na ativa foi preciso conciliar a preservação da saúde dos funcionários com a continuidade da prestação dos serviços, evitando que fossem ambos impactados. Para tanto, a empresa inicialmente tomou atitudes para preservar os trabalhadores, colocando em torno de 50% dos cinco mil funcionários em home office, com objetivo de reduzir ao máximo a circulação nas filiais. “Além do aspecto físico, as operações de almoxarifado de peças, de oficinais e do centro de manufaturas de componentes, áreas que são a essência da nossa entrega, não podiam ser paralisadas”, diz o executivo. “Não podíamos correr o risco de fechar uma filial por contaminação de funcionário e, por consequência, interromper o atendimento e o fornecimento de peças.”

CANAL DIGITAL

No aspecto comercial, ele prossegue, a estratégia de digitalização foi essencial. Segundo Pimentel, o negócio da empresa sempre esteve atrelado à presença física, com as equipes visitando os clientes. Com o impedimento do contato pessoal, a empresa passou a promover eventos online, como lives com clientes, para entender suas necessidades, assim como fortaleceu o canal de vendas de peças pela internet, com a criação de treinamentos e webinars em que os especialistas da Sotreq e da Caterpillar compartilham conhecimento com os clientes. “No mês de maio, criamos um evento inédito via Youtube por meio do qual foi possível realizar a comercialização online de máquinas”, diz Pimentel. “Batizado de Cat Live Festival, o evento já faz parte da história da Cat e da Sotreq, pois foi a primeira vez que realizamos uma ação virtual desse porte, comercializando pela rede bens de produção de alto valor agregado.”

O evento citado pelo executivo foi realizado em maio, durante dois dias, permitindo a comercialização de aproximadamente 600 máquinas em plena pandemia. “Com o sucesso do Cat Live Festival, já pensamos em realizar outros eventos nesse modelo, usando a força do canal digital de forma mais ativa e constante”, complementa.

Se funcionou na parte comercial, a digitalização também foi crucial no pós-venda. Conforme aponta o executivo, durante o período de pandemia a tecnologia se mostrou essencial no atendimento, viabilizando a execução de trabalhos a distância. “Quando veio a pandemia, ficou visível a necessidade de utilizar tecnologias cuja adoção enfrentava resistência por parte dos clientes, passando de um item de segunda importância para prioridade”, diz Pimentel. “Assim, houve uma adesão muito grande a certos recursos.”

Pimentel: tecnologia embarcada ganhou relevância

Exemplo disso são alguns programas que conectam os equipamentos, já disponíveis há cerca de cinco anos, mas que só agora, por força das circunstâncias, vêm ganhando força e importância. Segundo o diretor, quase todos os equipamentos produzidos pela Cat em sua fábrica de Piracicaba (SP) já saem da linha de produção conectados, equipados com sistemas que permitem monitorar remotamente a operação, gerando informações estratégicas aos clientes, sempre com o objetivo de reduzir custos e aumentar a produtividade. “A tecnologia embarcada ganhou relevância”, resume Pimentel. “Com essa crise, os clientes abraçaram de uma forma mais forte essa vertente, que vai ganhar ainda mais força daqui para frente.”

Nessa linha, o executivo indica que algumas atividades certamente serão mais utilizadas no pós-pandemia, como é o caso do home office, além das reuniões virtuais. “As conferências online permitem ganho de tempo, pois podemos entrar em contato com outras filiais com muito mais frequência, com a mesma qualidade”, ele comenta.

AMBIENTE

Do ponto de vista do ambiente de negócios, Pimentel diz que foi possível perceber melhorias no volume de comercialização de equipamentos durante a pandemia, especialmente em maio, impulsionadas pelas vendas online do Cat Live Festival.

Já no mês de junho, o executivo diz que a empresa recebeu cotações ainda maiores, com expectativa de uma volta rápida aos níveis anteriores à crise. Mesmo assim, no início de julho a empresa ainda avaliava o momento certo de reabrir. “Estamos sendo conservadores na estratégia de abertura das filiais, pois será preciso adotar diversas medidas, como teste de temperatura na entrada dos funcionários, distanciamento das pessoas e limpeza mais específica”, ressalta Pimentel. “Provavelmente, será necessário um prazo em torno de três meses até todas as filiais voltarem.”

Saiba mais:
Sotreq:
www.sotreq.com.br

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